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Esperança não é sentimento
12/09/2017

Quando entrar setembro e a boa-nova andar nos campos, quero ver brotar o perdão onde a gente plantou...” (Sol de Primavera – Bastos/Guedes)

Certamente uma das mais belas canções de nossa música popular; nos traz um frescor à alma, ânimo, oxigênio em forma de esperança. No entanto, ter esperança não é o mesmo que esperar. Esperar nos remete à passividade, estagnação, aguardar que chegue. Esperança não é sentimento, é ação! Esperança está associada à proatividade – “quero ver brotar onde a gente plantou”. O apóstolo Paulo chega a dizer “que a experiência produz a esperança” (Rm 5.4).

Davi cantava que esperava confiantemente no Senhor, e completa narrando sua experiência: “Ele se inclinou para mim quando clamei por socorro” (Sl 40.1). Nossa esperança precisa vir acompanhada de ações, de atitudes, de envolvimento, de oração, de clamor a Deus. Precisamos ter esperança em dias melhores, num país mais justo, em tempos de paz; olhemos nossos atos, sejamos voz ativa, exemplo para os colegas de trabalho, para os vizinhos. Um povo que crê na volta de Cristo precisa trabalhar até que Ele venha (Jo 9.4). “A lição sabemos de cor, só nos resta aprender”.

(Jonathas Matias)